Barcelona

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Impossível pra mim pensar em Barcelona sem executar mentalmente o dueto Fred Mercury e Montserrat Cabballé nos idos de 1988 (ah, eu ainda era criança…), e a música teve que ser executada mentalmente, porque ficou de fora da seleção do ipod por falha técnica. Saimos de Carcassonne e seguimos pra Barcelona, de onde os tios embarcaram de volta pro Brasil, e aproveitamos que eles já tinham visitado a cidade pra nos guiar pelas principais atrações, já que ficamos duas noites mas tivemos praticamente um dia pra passear por lá, porque chegamos no fim da noite e fomos dar uma volta nas Ramblas e comer tapas, claro!

Ficamos no hotel H10 Marina Barcelona, muito bom, preço super amigo (abaixo do valor da tabela graças ao site Booking.com*) que oferece milhões de serviços (piscina na cobertura, jantar e café da manhã luxo, spa e mais um monte de mimos) que não usamos porque obviamente só dormimos e tomamos banho no hotel, tem estacionamento pago e fica próximo a duas estações de metro, a estação Marina da linha 1 e a estação Bogatell da linha 4. Não levamos a Luna, mas acho que o hotel não aceita animais, e também aconselho não leva-los se for possível, a cidade é sempre muito cheia e eles não podem entrar na maioria dos lugares, apesar de ter visto algumas pessoas passeando com seus cães me pareceu uma cidade não muito animal-friendly.

Parque Güell e detalhes

Pois bem, a palavra de ordem pra nossa caça ao bar à tapas foi: nada de Ramblas! E isso é meio um consenso entre as pessoas que visitaram a cidade e nos deram dicas, não só sobre os tapas, mas também sobre a paella – nos disseram que paella boa é servida em Barceloneta, a praia badalada da cidade, mas que acabamos não conhecendo por causa do tempo curto, e que é uma boa desculpa pra voltar! Pra procurar o tapas praticamente saimos no tapa por um lugar, já que fomos em fim de semana prolongado e a cidade tava beeem cheia, ou seja, os lugares pra comer também! Mas encontramos um tapas charmosinho perto das Ramblas e fomos nos deliciar com a cerveja e petiscos locais.

O nosso dia de passeio propriamente dito não poderia deixar de fora as obras primas do gênio Gaudí, e começamos pelo parque Güell, que leva o nome do mecenas do arquiteto que o contratou para projetar uma cidade-jardim particular (!!!!) e que levou 14 anos para ser concluído. Não sou arquiteta, nem designer, mas confesso que fiquei deslumbrada com o parque, e as obras visitadas em seguida só fizeram reforçar a admiração por tamanho talento! Não tivemos oportunidade de entrar na Sagrada Família ou na Pedrera porque as filas eram imensas e gastaríamos muito tempo esperando e escolhemos não entrar na casa Batlló (que não tinha fila) porque já estava no fim do dia e ainda tinha outros lugares que queríamos visitar, como as Arenas na praça de Espanha e a fonte na frente do Museu Nacional de Arte da Cataluña, mas tivemos só a visão moturna deste último, já que saímos tarde das Arenas.

Sagrada Família, ainda em andamento
La Pedrera e Casa Batlló
Charme oriental nas Ramblas

Barcelona fica à 490km de Aix-en-Provence, é tranquilo pra ir de carro mas recomendável deixa-lo num estacionamento e usar transporte público pra se deslocar na cidade. A comida é barata em relação à Aix, mas as entradas pra Pedrera, Sagrada Família e casa Batlló são entre 15€ e 18€! O inverno é uma estação que parece não acontecer na cidade, quando fomos (fim de outubro início de novembro) a temperatura ficou em torno dos 20°!! Recomendo os sucos naturais do Mercat Boqueria, os presuntos crus de qualquer casa de tapas e pro vegetarianos que gostam de comida apimentada, as papas bravas, batatas fritas deliciosas (os cardápios geralmente tem outras opções de tapas sem carne)!!

Praça de Espanha

Arenas e Museu Nacional

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